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O que é a Rede de Cidades Criativas da UNESCO?

A Rede de Cidades Criativas da UNESCO (UCCN) foi lançada em 2004 para potenciar a cooperação com e entre cidades que reconhecem a criatividade como fator estratégico de desenvolvimento sustentável a nível económico, social, cultural e ambiental.

As 180 cidades-membro de 72 países que fazem neste momento parte da rede trabalham juntas para uma missão comum: colocar a criatividade e as indústrias culturais no centro dos seus planos de desenvolvimento a nível local, ao mesmo tempo em que estabelecem uma cooperação ativa a nível internacional.

Da totalidade de cidades-membro, há 14 cidades com a designação de Cidade Criativa UNESCO no domínio das Media Arts - York (Reino Unido), Linz (Áustria), Enghien-Les-Bains (França), Lyon (França), Košice (Eslováquia), Austin (EUA), Toronto (Canadá), Guadalajara (México), Dakar (Senegal), Tel Aviv (Israel), Gwangju (Coreia do Sul), Changsha (China), Sapporo (Japão) e, claro, Braga.

 

Os representantes das cidades parceiras reúnem regularmente para definir estratégias de cooperação e de internacionalização de artistas, estímulo e apoio a estruturas de criação artística, cooperação em projetos de financiamento e co-produção, e apoio ao ensino e investigação no domínio das Media Arts. Neste contexto também se potenciam as relações de networking entre as indústrias culturais e criativas das 14 cidades.

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O plano de ação de Braga

No momento de candidatura de Braga a Cidade Criativa da UNESCO para as Media Arts, a cidade assumiu o compromisso de, nos quatro anos após a designação, ver concretizado o seguinte plano de ação:

- Promoção da aprendizagem e experimentação no campo das Media Arts, em diferentes graus de ensino e áreas de investigação, de forma a desenvolver o talento, o conhecimento e a criatividade de futuras gerações. Uma parte desta missão está já em concretização com o nascimento do Circuito – Serviço Educativo Braga Media Arts.

- Organização de uma Bienal Internacional de Media Arts que será palco para artistas locais, nacionais e internacionais, que reflita na sua programação as dimensões de pensamento, performance, exposição e educação. O index foi a edição de teste, o ano zero, o tubo de ensaio do que será esta Bienal.

- Organização de uma rede de equipamentos de Media Arts, uma nova plataforma para acolher artistas, investigadores, estudantes, empresas e startups na área das Media Arts.

- Valorização do património histórico e cultural da cidade através da sua apropriação artística e recorrendo ao uso das tecnologias.

- Promoção do intercâmbio de ideias a nível internacional, bem como a produção de conhecimento e a procura de oportunidades de negócio no cruzamento entre arte, ciência, tecnologia e comunidade.